os três terriveis em: Julho, 08, 2010, 14:05:47 por anónimo | Ola, sou mãe de 3 crianças, uma menina de 10 anos e dois rapazes um com 3 quase 4 anos e outro com 7 meses. Do meu bebe ainda não tenho nada a dizer, como devem calcular...Da minha menina so posso dizer que ate agora tem sido uma filha muito obediente, inteligente, respeitadora e educada, com algumas parvoices pelo caminho, mas nada que eu considere fora do normal!agora, relativamente ao meu Leonardo (o do meio)...ja não sei o que fazer om ele...desde teimoso, desafiador, gozão e destemido...Tem dois lados...ora um amor de criança, que esta sempre a dar beijinhos e abraços e a dizer coisas lindas, ora insuportavel, onde ate o santo mais paciente desespera com as parvoeiras dele...Para ser muito sincera ja o castiguei, ja bati, ja ralhei, ja falei calmamente com ele, mas ele não cede.Considero me uma mãe autoritaria, as vezes ate demais, no sentido em que , quando digo algo levo ate ao fim, mesmo que eles chorem, berrem e esperneiem. Tenho muitas regras e gosto de disciplina.Posso vos dizer que a minha filha ja faz um pouco de tudo para me ajudar e faz tudo bem feito.E o Leo tem regras e tarefas para cumprir, às quais ele tenta sempre fugir e reclama todos os dias. Já não sei o que fazer e sinto que por vezes ja nem ligo porque a teimosia dele leva avante sobre o meu cansaço. Sou mãe solteira e é muito dificil.Mas tenho muito medo pelos meus filhos e pelo futuro deles. A educação de hoje sera a chave para o futuro deles amanhã...
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A importância de educar
Resposta: #
1 em: Junho, 23, 2010, 03:51:18 por anónimo | Sou mãe de um menino de 7 anos,inteligente,obediente,compreensivo,amoroso e um ótimo aluno,são muitas as qualidades do meu filho,embora ele seja filho de pais separados,não apresenta nenhum desequilíbrio emocional,acredito cooperar muito para a formação dele com a maneira como o educo,sendo firme nas minhas decisões,mostrando-o que criança obedece as pais,que tem limites,que tem hora para tudo,responsabilidades com escola,mantemos um diálogo aberto e de confiança,não escondo nada dele e explico tudo mostrando a verdade dos fatos de acordo com a sua idade e capacidade de entendimento,não fantasio as coisas..temos a hora de falar sério,de brincar,de nos confraternizarmos,sou muito presente no seu dia a dia,nos estudos.Acho inadimicível,criança que manda nos pais,faz o que quer._Eu mando e ele obedece,eu sou a mãe e ele o filho.Sou de atitude firme,sensata e equilibrada e meu filho é educado com muito amor,sabedoria e disciplina.Sou Luciana,mãe do Guilherme Argus(minha benção)."Ensina o teu filho no caminho q se deve andar,qd crescer ele não se esquecerá dele"
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A educação!!!
Resposta: #
2 em: Junho, 20, 2010, 12:19:15 por anónimo | Tenho um filho com 7 anos,a disciplina e educação estão sempre presentes na nossa casa. Eu e o meu marido temos as mesmas regras, e se algum de nós estiver a dizer algum para o chamar a atenção mesmo que um de nós não goste não existe conflitos.Nunca lhes podemos mostrar as nossas dificuldades as crianças senão eles fazem o que querem. Regras são regras tudo que ensinarmos agora vai ser para o seu futuro. O meu filho não nós deixa ficar mal em lado nenhum é educado, e principalmente sabe reconhecer os seus erros. Em nossa casa quando ele não cumpre as regras, fica de castigo não lhe batemos mas sim retiramos algo que ele goste, e ponto final não tem direita a falar sobre o assunto. Resulta sempre já que ele ssabe que quem manda são os Pais. Os Pais hoje em dia são demasiado permisivos,com o medo de os fihos ficarem com ´traumas` de infancia, isso é uma desculpa, é mais facil dar tudo do que educar dá menos trabalho!! Adoro crianças mas quando estou em qualquer lado e uma criança faz cenas ou disparates apeteceme chamar a atençaõ de que a acompanha.
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Filho dificil
Resposta: #
3 em: Maio, 03, 2010, 22:37:30 por anónimo | Tenho dois filhos e a educação foi a mesma. O mais velho nunca me deu preocupações mas já não posso dizer o mesmo do mais novo. Tem apenas 4 anos e desde sempre foi uma criança dificil. A contrastar com uma extrema meiguice tem um lado muito complexo e dificil de lidar. Faz birras pavorosas que não se resolvem com uma palmada ( só aumenta o berreiro que nunca mais acaba). Tento o diálogo mas também parece não resultar. Como esteve sempre no ama decidi agora coloca-lo num colegio. Para além de chorar desesperadamente não comia pelo que decidi retira-lo. Preparo-me para uma nova fase complicada uma vedz que agora vai para um outro colegio. Já recorri a uma psicoloa porque sozinha ( sou mãe solteira) sinto-me incapaz de ultrapassar a situaçã. Se houver outras mães em situações similares,por favor escrevam o vosso testemunho. Pode ser que nas vossas duvidas encontre respostas para as minhas.
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"diálogo"
Resposta: #
4 em: Fevereiro, 13, 2010, 20:29:41 por anónimo | Sou mãe de um menino com quatro anos, e devo dizer que na minha relação com o meu filho não existe nem uma coisa nemm outra,existe sim equilibrio. Sou completamente contra os castigos fisicos e nunca os pratiquei. O meu filho faz asneiras como qualquer criança mas com dialgo ele entende o que pode e não pode fazer, e nunca me deixou envergonhada em lado nenhum. Afinal o dever dos pais e proteger e educar, e se nós não os respeitarmos eles nunca nos vão respeitar a nós. 
diálogo e muito estudo da língua portuguesa, isso é k é.
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Dialgo sem violencia
Resposta: #
5 em: Agosto, 11, 2009, 21:35:03 por anónimo | Sou mãe de um menino com quatro anos, e devo dizer que na minha relação com o meu filho não existe nem uma coisa nemm outra,existe sim equilibrio. Sou completamente contra os castigos fisicos e nunca os pratiquei. O meu filho faz asneiras como qualquer criança mas com dialgo ele entende o que pode e não pode fazer, e nunca me deixou envergonhada em lado nenhum. Afinal o dever dos pais e proteger e educar, e se nós não os respeitarmos eles nunca nos vão respeitar a nós.
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nem sempre fazemos o que devemos
Resposta: #
6 em: Julho, 24, 2009, 12:31:09 por anónimo | Eu estou de acordo com o facto da mãe ter que ser uma figura de autoridade... afinal as crianças necessitam de regras. Eu sou mãe de duas meninas, uma com 2 e uma com 8... a minha filha de 8 anos está sempre a pôr em causa a minha autoridade, pois como não tenho muito tempo para a mimar e brincar com ela, acabo por permitir que faça muitos dos disparates que o pai não permite. Sei que estou errada, pois não se pode compensar os filhos, permitindo deixa-los fazer tudo o que querem. Sei que tenho que impôr mais regras, afinal ela põe em causa porque necessita delas.
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Liberdade e Limites
Resposta: #
7 em: Junho, 18, 2009, 17:40:32 por anónimo | 16-06-2009 22:36 jornal AngolaPr Lituânia-Aprovada lei que proíbe divulgação da homossexualidade
Vilnius - O parlamento lituano aprovou segunda-feira uma lei para a “protecção de menores” que proíbe toda a “publicidade” de relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas. A votação teve a aprovação de 77 deputados, contra três, que se opuseram e quatro abstenções. O texto considera que a informação que publicite relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas tem um efeito negativo para a saúde psicológica e para o desenvolvimento físico, intelectual e moral dos menores.
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Responsável, logo autoritária
Resposta: #
8 em: Junho, 16, 2009, 06:39:45 por anónimo | A autoridade é indispensável para criar sentido de responsabilidade. É necessário que os filhos saibam que existe autoridade no lar. Permissividade implica desresponsabilidade e criar o sentimento de que a mãe autoriza (permite) comportamentos com os quais não concorda. A questão central está no exercício da autoridade, que não implica necessariamente violência. A mãe pode dar um tabefe, um açoite, puxar as orelhas (o mais eficaz em público, para não chamar a atenção dos transeuntes) ou simplesmente ralhar. Não se devem banalizar os castigos corporais, que ficam reservados para as situações mais delicadas.
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