Nem sempre um affaire é o fim de um casamento, nem sempre um casamento é o fim de um affaire...Venha saber o que fazer se um desconhecido lhe oferecer flores.
Catarina Fonseca/ACTIVA
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18
Jul.
2010
A história de um affaire nunca é apenas a história de um affaire: é também a história de um casamento.
Desde que há casamentos que houve relações secretas. Desvantagem: quando nos acontece a nós, a antiguidade da ‘instituição' não nos comove... Vantagem: já não estamos sozinhas e a experiência de quem passou por isso ou estudou o assunto pode ajudar-nos. Vamos lá então saber o que fazer se o mundo todo parece que desabou na nossa cabeça (ou se nos preparamos para o fazer desabar na cabeça de outra pessoa...).
Pensamos sempre num traidor como um homem. Mas a verdade é que, nos tempos que correm, as traições acontecem tanto de um lado como do outro.
Há tantos tipos de ‘casos' como de casamentos. Os sites americanos são exaustivos na catalogação: há ‘casos' de aborrecimento, de falta de adrenalina, de falta de comunicação, de crescimento oposto, de oportunidade, de rotina, de tudo e mais alguma coisa, com e sem açúcar, como os iogurtes. Mas tanto no caso masculino como feminino, parece haver um denominador comum: os casos acontecem quando um ou ambos os elementos do casal têm falta de atenção da parte do outro. Tão básico quanto isso.
"Tenho neste momento um relacionamento que já dura há nove meses. Sou casada há seis anos e ele há 16", conta uma das participantes no fórum do site da ACTIVA, um dos mais concorridos e ‘sofridos'. O que começou como um flirt evoluiu para uma relação mais sólida, até que, confessa ela, "sinto que traio o meu amante quando estou com o meu marido, mas o oposto não"! A explicação já adivinharam: "O desleixo entre o casal, a falta de carinho, de respeito, de atenção...por que é que o nosso marido só repara que estamos bonitas quando um outro homem nos olha? Depois encontramos alguém que nos deixa com o ego no expoente máximo... et voilà!"
Amor ou ‘só' sexo?
Acabaram de ler o testemunho acima? Pelo menos, é honesto. Pois não calculam a quantidade de insultos que mereceu à ‘traidora'. A nossa sociedade aceita muito mal os ‘casos' femininos. Mas, afinal, se acontecem tanto, será porque, de facto, homens e mulheres não foram feitos para a monogamia?
"Pois não", concorda Pedro Frazão, psicólogo de casal e psicoterapeuta. "A monogamia da espécie humana não é natural à nossa espécie, é uma construção da sociedade ocidental. Mas houve uma mudança naquilo que é esperado de um casamento: antigamente, as pessoas casavam-se para unir os interesses de determinada família. Agora a afetividade é o principal motor de uma relação."
As relações dão para o torto porque o coração é volúvel, é isso? "Não sei se é assim. Na minha opinião, enquanto o comportamento sexual é volúvel, o amor tem caráter mais permanente."
Ah é? Então aquela cena clássica do marido apanhado que se desculpa com ‘ai amor, não significou nada, era SÓ SEXO!', é mesmo legítima?
"Quer por modelos culturais que interiorizámos ou por outra coisa, a sexualidade masculina é muito diferente da feminina", nota Pedro Frazão. "É mais frequente os homens conseguirem separar bem o sexo de uma relação afetiva. As mulheres, em geral, têm de ter amor para terem sexo." Pois pois...
Quando o casamento abre ‘brechas'
Quer seja sexual quer seja emocional quer seja as duas coisas, uma traição é uma traição. E acontece, segundo Pedro, pelas mesmas razões apontadas atrás pelo testemunho da ‘traidora': "Nos casais que me chegam, a infidelidade surge quando a relação foi deixando cair várias coisas pelo caminho. Quando existe a infidelidade, é porque já existe uma brecha naquele casamento."
Por vezes, um caso começa de forma ‘inocente: porque se conhece alguém na mesma situação de ‘brecha', porque se conhece alguém no trabalho com a mesma carência, dos cafezinhos a uma relação mais profunda é um passo, e é como o outro: antes de uma mulher conseguir dizer que não é dessas, já era.
Trair dá tanto trabalho!
Pronto: sou uma traidora. E agora? Conto ou não conto ao meu marido? "Depende - afirma Pedro -, se a pessoa se sente preparada para guardar esse segredo ou se isso gera demasiada angústia. Quer mesmo partir para outra relação ou não? Foi uma coisa pontual ou mais sólida?"
Geralmente, dizem os psicólogos, se não gera demasiada angústia e se foi uma coisa pontual, não vale a pena contar. Mas nem sempre as coisas são assim tão simples.
Assim por alto, tenho quatro hipóteses: 1- mantenho-me no modo ‘traição' em segredo; 2- acabo com o caso, mas não conto nada; 3- acabo com o caso e confesso tudo; 4- abro o jogo e saio do casamento.
Primeira hipótese: pouco prática. Já pensou na estafa que é hoje em dia manter o que quer que seja em segredo? Tudo se sabe! Aliás, um estudo da Universidade da Geórgia prova que, ao contrário da ideia tradicional de um affaire como uma aventura emocionante cheia de escapadinhas românticas e fantásticas cenas de cama, pode em vez disso ser um desgastante gerador de stresse e angústia aos envolvidos. "Se no início o segredo pode aumentar a excitação, todos os estudos provam que, se se prolongar, a própria necessidade de segredo vai degradar a qualidade da relação."
Em resumo: dá uma trabalheira manter uma relação secreta, ou pelo menos mantê-la por muito tempo, pela simples razão de que manter segredos de qualquer espécie é sempre complicado.
Separar ou não?
Muitas pessoas se confrontam com a pergunta: ponho fim ao casamento ou fim à relação? "Um casamento não tem de ser para sempre", afirma Pedro Frazão. "Deve assentar na igualdade e na liberdade, e as pessoas devem estar juntas enquanto existir afeto e vontade. Tal como formaram um projeto familiar, também podem desfazê-lo."
Mas antes de partir logo para outra, medite bem se é mesmo aquilo que quer. "Achando perfeitamente legítima a ideia de separação, também acho que não existe muito hoje em dia a ideia de que manter uma relação exige cedência mútua, flexibilidade e muito trabalho."
Confrontar um traidor
Então, e se não for eu a traidora, mas ele? Como é que se desmascara um traidor? Não se arme em detetive, aconselha o site www.infidelity.com. "Se suspeita fortemente que o seu marido anda a ter um affaire, geralmente o seu instinto está correto." O tratamento de choque exige coragem: pergunte-lhe diretamente. Mas antes de o fazer, pergunte duas coisas a si própria: quer mesmo saber a verdade, ou vai só na esperança de ouvir uma negação? Está preparada para abandonar a relação se for preciso?
Depois, pergunte-lhe calmamente, numa ocasião em que ele não possa fugir. Ele pode sempre negar? Pois pode. Mas um casamento em que há uma suspeita de infidelidade é um casamento que, mesmo que ele não ande de facto com a Sãozinha do marketing, já não está saudável.
Pode apetecer, mas não interessa apanhar-lhe a lista das autoestradas por onde ele andou ou o extrato do multibanco ou mensagens de telemóvel: dedique-se a salvar o casamento, se é isso que quer.
E depois? Perdoamos ou não? Mais uma vez, depende: querem mesmo continuar juntos, ou não? Claro que, por muito que custe ao outro, basta que um não queira para já não haver tango nenhum para dançar...
Tudo pode ficar melhor
Casa (quase) roubada, trancas à porta? A ideia é que o casamento, se sobreviver, se torne ainda mais forte. Tem de estar preparado para reagir às adversidades da vida em vez de quebrar ao primeiro embate. E tem de ser alimentado. "Não é preciso fazer coisas muito especiais", nota Pedro Frazão. "É, por exemplo, lembrar-se de que a pessoa gosta de chocolate e passar pelo supermercado antes de chegar a casa."
Valorize a intimidade que se constrói com os anos de relação: "O que se ganha numa relação duradoura e estável é uma grande cumplicidade emocional." E, acima de tudo, dar espaço ao outro para ter o seu mundo. "Há casais que acham que têm de fazer tudo em conjunto. Isto estoira com qualquer relação, porque as pessoas têm interesses diferentes e precisam de outros interlocutores. Senão, corre--se o risco de deixar de ser um casal e passar a ser uma irmandade..."
Conclusão: "As pessoas têm de saber que são responsáveis pelas escolhas que fazem, e têm de as assumir." E não se esqueça: leve-lhe um chocolatinho de vez em quando.
** Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico **
O meu "affair" dá-me o que o meu marido não dá! E olhem que eu abri o jogo com o meu marido, pedindo-lhe que me satisfizesse as fantasias, que alinhasse comigo! Mas se, por um lado, é o melhor marido do mundo, trabalhador e honesto, pai excelente e lindo de morrer, ele é pouco sexual, ao contrário de mim.
Assim, o meu lado sexual é completado pelo meu "outro" que parece ler-me a necessidade de contacto físico e me deixa louca de prazer sempre que quero. Amo muito o meu marido, mas o "outro" não, mesmo sendo tambémlindo de morrer, fantástico na cama, esta relação é sustentada no sexo fugaz e intenso, com muita adrenalina... há quase 2 anos e meio. Ele também é BEM casado, com uma mulher fantástica. Ambos temos filhos nos nossos casamentos. E, no entanto, é só sexo. Do BOM!
Se me perguntarem se quero deixar um ou outro, a minha resposta é sincera: "Não!" Estou bem assim e acredito que assim se prolongará, sem que o meu casamento termine, pois o Amor que tenho pela minha cara-metade é real, é verdadeiro.
E é bem melhor tê-los aos dois, do que trair o meu marido com vários. Assim tenho sempre dois portos seguros, onde me vou consolando. E sou feliz!!!!
Eu Só,
19.07.2010
juntava o seu marido,amante e mulher do amante e fazia uma orgia...etá era capaz de resultar...que me convidar também? olhe que eu alinho e faço não só sexo heterossexual mas também lésbico consigo e com a mulher do seu amante...pense nisso querida li,
20.07.2010
é muito deprimente ver como 90% do povo português é ignorante e parte logo para o insulto, assim, sem mais!
Desculpem se feri a vossa dignidade masculina. Sou realista, vocês são algo que nem sequer me atrevo a escrever.... Eu só,
20.07.2010
Só lhe dei uma ideia....ou não tem coragem de por a NUS o seu marido,o seu amante e a mulher do seu amante? já pensou que excitante isso seria?convide-me e assista o seu marido e amante a fazer sexo comigo e ainda lhe chego a si e á mulehr do seu amante. Ou apesar de MERETRIZ não é tanto quanto eu e não tem competencia e coragem na vagina pra isso? li,
22.07.2010
Não acha que o homem honesto, trabalhador e fantástico que diz ser o seu marido merecia também uma mulher honesta, trabalhadora e fantástica (o que você diz não ser, pelo menos em relação à honestidade)? Acredito que se o amasse do fundo do coração iria compreender isto e era isto que lhe iria desejar.
Fico sinceramente triste com a natureza humana quando leio coisas deste género...
Tão feio existir tanto egoísmo nas relações humanas... EU, EU, EU!
Mas enfim, não podes mudar o outro muda-te a ti próprio. Tenho de resignar-me com isto.
Espero que um dia as coisas mudem e comecemos todos a ver mais além... Caramba a vida podia ser tão bonita e vocês tiram-lhe a beleza toda!
Acredite que há realidades diferentes da sua e talvez um dia perceba que o que chama agora de felicidade pode ser muito mais...
Cumprimentos Su,
23.07.2010
Nao concordo com a opiniao da "Eu só"- ironia das ironias, k n está só, nem 5minutos da sua vida... mas devia. trair alguem é facil, mas o contrario ja n tanto. Gostava k foxe mais ao contrario: voce uma excelente mae, e o seu marido c 5 affairs... é k ainda lhe dava razao a ele... se fosse minha mulher (caso eu fosse homem) eu oferecia-lhe um relogio c camara, guardava todos os "filmes eroticos" da sua vida e pedia-lhe o divorcio... mais, chegava ao tribunal, pedia a custódia exclusiva dos meus filhos, e como prova, apresentava excertos desses filmes... Digo-lhe, ainda bem k n é casada cmg, ainda bem k o seu marido gosta d ter corninhos... correcçao: pode ser k esse seu casamento feliz, dure menos do k julga. xana/alexandra,
06.08.2010
Tenho necessidade de me sentir feliz para os que me rodeiam se sintam felizes.
Tenho que arcar com as consequências se sou descoberta ou se descubro.
O certo é que o não oficial dá alegria ao meu casamento
Karim,
12.08.2010
Não concordo com o faz, pois de certeza que nao gostava de descobrir que o seu marido anda a fazer sexo com outra.
Em vez de trair o marido, devia esgotar todas as possibilidades com este, antes de procurar fora de casa, nem todas as pessoas são igualmente sexuais, se calhar é voce que tem algum problema, e pensa que o marido é que tem.
Se o ama, nao trai, ponto final. Tem uma amiga que é amante e vejo o que isso transforma todas as pessoas envolvidas.
Não acho justo esconder isso, de alguem que pelos vistos é maravilhoso para si, e nao entendo como nao sente remorsos.
As relações dão trabalho, trabalhe a sua, em vez de enfiar a cabeça na areia para os problemas! Juliana,
20.07.2010
Meus Amigos,
É tão mais fácil criticar os outros do que analisarmos os nossos proprios comportamentos, cheios de hipocrisias e ideias pré-concebidas.
A leitora que aqui expõs, tão claramente, a sua situação pessoal merece "ser lapidada" apenas porque foi sincera e ousa desafiar as convenções?
anónimo,
20.07.2010
O controlo e auto dominio do impulso sexual é a base de qualquer ser humano maduro tanto a nivel emocional como sexual. Pois é isso que destingue o acto sexual entre animais de um acto sexual entre seres racionais como o homem...
A sexualidade deve ser vivida com prazer claro mas tambêm com responsabilidade pois as profundas emoções que nos provocam quando não devidamente controladas sempre estiveram e estão ligadas aos maiores erros que um homem comete na vida... José,
23.07.2010
Acho piada aos puritanos que facilmente gostam de julgar, opinar, rotular e acima de tudo criticar!`
É fácil chamar nomes! Ainda por cima depreciativos!
Neste País aliás, ou se é beata ou se é puta!
Que triste é esta gente!
Ponham a maozinha na consciencia antes de atirarem pedras.
Esses Srs puritanos andam se calhar na rua a babarem-se quando passa uma mulher com decote mais generoso, ou quando se metem com a menina da loja do euromilhoes...ou as sras beatas nao tiram os olhos do homem de tronco nu na revista do quiosque ao pe de casa!
Tenham vergonha antes de chamarem nomes.
Assumam que querem ou gostam! Somos todos humanos!
Sou Homem, sou casado e Pai. Não tenho arranjinho nenhum, e irrita-me a hipocrisia do portugues vulgar!
Tenham vergonha pseudobeatas e pseudopuritanos!
Tuga,
23.07.2010
Mas por que raio há-de achar que toda e qualquer pessoa que alegue ter princípios morais há-de ser pseudomoralista ou hipócrita? O que não falta aí são pseudopessoas mas também há pessoas que têm convicções morais a sério!
Acredito sinceramente que não devemos fazer aos outros aquilo que não gostamos que nos façam a nós. É tão simples! Mas como pode isto estar errado??
Compreendo perfeitamente que não dá jeito nenhum pôr a mão na consciência quando fazemos merda mas não me venham com histórias, não conheço ninguém que goste de ser enganado... Também sou humana, e é justamente por isso, por termos a capacidade de pensar sobre o que fazemos, que temos a possibilidade de tentar mudar os nossos instintos mais estúpidos não??
E discordo da acepção de que somos todos humanos quando a grande maioria não passa do nível animal que paradoxalmente justifica com a convicção de que isso é que é ser-se humano... Su,
25.07.2010
Estou completamente de acordo com o "tuga", estes senhores insultam uma mulher que assumiu que gosta mais de sexo do que o marido e que quer ter prazer (o que é normalíssimo), ta errado!?porque haveria uma mulher de ter prazer? se o marido não lhe consegue dar!?estupidez!!tem que ser “insatisfeita “para o resto da vida e viver só p ara o marido e filhos… é tão fácil criticar!!! Estes senhores acham mal!!!porque eles NÃO GOSTAM DE SEXO...Trair!?NUNCA,!! pois pois....olhem bem a vossa volta e para o "vosso mundinho", já devem ter muito para criticar ;)
....,
27.07.2010
Nós mt puritanos ou beatas, ele mt liberal... ´mas n tao liberal pk tmb critica e rotula kem julgou a mulherzinha k ousou escrever o primeiro comentário.
Uma pergunta, se voce é pai (um bom pai, ser mau pai n vale), e um marido excepcional para a sua mulher... gostaria d se olhar ao espelho e ver todos os dias uma testa enfeitada? s n ker para si, n keira para os outros... se é casado (e bem casado) você deveria ser o primeiro a criticar este tipo d atitudes. basta olhar para as pessoas adultas do nosso país, para constatar k sao estes k tem as actitudes mais reprovaveis... e depos kerem jovens melhores!!!! ENSINEM-NOS CARAÇAS!!!! xana 17 anos xana/alexandra,
06.08.2010
Embora não concorde com a leitora que trai o marido, não sou ninguém para a criticar. Nem nenhuma das pessoas que o fez. Sempre afirmei que nunca trairia e nunca o fiz, mas compreendo algumas razões que possam levar à traição. Compreendo-a perfeitamente. Critico sim, quem resolve insultar gratuitamente seja quem for. Penso que isso é um sinal de parca inteligência. Pois se olharem bem para a vossa vida, descobrem que já cometeram pecados, provavelmente mais graves que uma traição. Silvia,
06.08.2010
Nao se faça d santa... cada um tem k ser responsabilizado pelos seus actos... ja agora, nem toda as pessoas k julgaram esta mulher cometeram pecados iguais ou superiores à traiçao... voce propria tmb critica kem criticou esta mulher, ao dizer k sao d parca inteligência... mais uma vez, sao os propios adultos a mostrarem atitudes reprovaveis... ao contrario d certos adolescentes... xana/alexandra,
06.08.2010
Minha querida, não chamei de pouco inteligentes quem criticou, mas quem insultou. Não é de bom tom e demonstra baixo nível intelectual.
Nunca me apelidei de santa, nem o apregoo de forma nenhuma. Tenho principios e respeito-os, mas sei colocar-me no lugar do outro. Pura psicologia.
Só não entendo porque massacram tanto uma mulher que ousou ser sincera, quando muitos já fizeram pior que trair. Silvia,
07.08.2010
Se tem principios, n sei como pode n criticar kem comete certos "pecados", como você lhes chama. Acho k trair é uma atitude altamente reprovavel, logo, expresso a minha opiniao, pk eu sou livre para isso. mais, se sabe colocar-se no lugar do outro, coloque-se no lugar do marido da senhora, que como ela própria diz "é o melhor marido do mundo, trabalhador e honesto, pai excelente e lindo de morrer"... se ja se colocou no lugar do marido, ainda acha justo o comportamento k esta senhora teve para com o marido? e gostaria k lhe fizessem o mesmo? (é k n acontece só aos outros) xana/alexandra,
11.08.2010
Minha querida, não chamei de pouco inteligentes quem criticou, mas quem insultou. Não é de bom tom e demonstra baixo nível intelectual.
Nunca me apelidei de santa, nem o apregoo de forma nenhuma. Tenho principios e respeito-os, mas sei colocar-me no lugar do outro. Pura psicologia.
Só não entendo porque massacram tanto uma mulher que ousou ser sincera, quando muitos já fizeram pior que trair. Silvia,
07.08.2010
Cada um é livre de fazer o que bem entende. Depois claro que depois vêm as consequências.
" não faças aquilo que não gostavas que te fizessem a ti " Américo ,
11.08.2010
Cada um é livre de fazer o que bem entende. Depois claro que depois vêm as consequências.
" não faças aquilo que não gostavas que te fizessem a ti " Américo ,
11.08.2010